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The Sublime One | Entrevista

Ricardo Gonçalves é um eclético artista apaixonado por variadas artes: a escrita, a música, a fotografia e cinema. Mais conhecido como The Sublime One, o autor cria obras artísticas que nos remetem à sua a infância e vão encontrando assim a sua identidade ao longo do caminho.

The Sublime One

Ricardo Gonçalves é um eclético artista apaixonado por variadas artes: literatura, música, fotografia e cinema. Mais conhecido como The Sublime One, o autor cria obras artísticas que nos remetem à sua a infância e vão encontrando assim a sua identidade ao longo do caminho.

Apesar de ter enfrentado várias dificuldades e desafios, o amor inabalável pela arte nunca se desvaneceu. Quanto muito, esta sua paixão cada vez mais arde incessantemente.

Não limitado a sua pessoa a uma área específica, The Sublime One continua a crescer e a ampliar os seus horizontes.

Há quanto tempo percorres estas andanças do mundo das artes?

Desde que tenho memórias que sou artista. Sempre fui uma criança introvertida e isolada, não participando muito em atividades sociais, comecei portanto a desenhar e escrever histórias com brinquedos ou até mesmo recortes de revistas. Tenho ainda muitas dessas “obras” da minha infância guardadas, quem sabe um dia não irei publica-las!

Não me ficando pelo desenho, tinha eu 15 anos quando comprei a minha primeira guitarra e decidi aventurar-me pelo mundo da música. Mas como a vida é imprevisível e eu sou um homem de várias paixões, fui desenvolvendo também um amor pela fotografia e cinema e encontrando a minha identidade como artista.

Como definirias o teu estilo de fotografia / música / contos ?

Espontânea e bastante emocional. As ideias surgem-me e começam um fogo incessante dentro de mim que só é saciado quando consigo expressá-las através de arte. Essas ideias derivam maioritariamente de um pensamento ou emoção e são-me sempre bastante pessoais.

Cada canto de tudo o que faço tem um propósito, faço arte que gosto e me orgulho, porém traz-me sempre um sorriso quando vejo alguém com a sua interpretação e que aprecia o meu trabalho.

Poderias comentar-nos quais são as tuas influências de outros artistas?

A maioria das influências será inconsciente, ouço, leio e vejo de tudo um pouco que acabo por não conseguir apontar o dedo a algo em específico. Na música vai desde Cult of Luna a Anathema, no cinema de David Lynch a Quentin Tarantino, etc.

A minha escrita e fotografia são, no entanto, extremamente influenciadas por cinema em geral, o misto de storytelling e estética cinematográfica fazem com que cinema seja dos meus veículos artísticos favoritos.

Alguma história interessante acrescentar ou algum destaque que julgues relevante enunciar?

Acho que arte deve ser de livre acesso a toda a população, como tal, todas as minhas obras estão disponíveis no meu website para todos usufruirem e apreciarem. Tudo o que faço é produto de muito amor e dedicação, assim como o culminar de toda a minha vida. Espero trazer tanto prazer a outros com a minha arte, quanto eu tive a fazê-la. Prometo continuar a aprender e a melhorar-me como artista e pessoa.

Aproveito para salientar que o meu último lançamento intitula-se “Control“, é a minha primeira música gravada profissionalmente pelo incrível Pedro Vanzeler, e para acompanhar tem um videoclipe que conta com a presença da minha maravilhosa companheira Cláudia Pinto, à frente e por detrás da câmara.

Tenho também contos e sessões fotográficas quase acabadas e estou já a gravar as próximas músicas, assim como a produzir a minha primeira curta-metragem, por isso mantenham-se atentos a The Sublime One nas redes sociais, assim como no meu website, onde tudo estará disponível de forma gratuita.


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Etiquetas:, , , Last modified: Outubro 7, 2020